terça-feira, 3 de julho de 2012

Palavras



ORei Salomão disse que as palavras detém o poder da vida e da morte. Isto é, palavras vivificam. Palavras matam. Matam aos poucos.
Palavras matam aos poucos quando causam constrangimento: quem ouve quer se esconder ou desaparecer de vez, deixando claro que melhor seria se as tais palavras não tivessem sido pronunciadas.
Palavras matam aos poucos quando ferem: quem ouve sente uma dor como se alguém tivesse arrancado um pedaço seu, um pedaço da esperança, da confiança, da beleza.
Palavras matam aos poucos quando ofendem: quem ouve tem seu caráter questionado.
Palavras matam aos poucos quando geram distanciamento: quem ouve vai perdendo o prazer de estar perto de quem fala.
Palavras matam aos poucos quando desestimulam: quem ouve vai perdendo o pique, vai deixando de acreditar que vale a pena continuar lutando.
Palavras matam aos poucos quando desestabilizam processos: quem ouve começa a duvidar se está fazendo a coisa a certa, se vai chegar a algum lugar, se os outros estão igualmente comprometidos.
Palavras matam aos poucos quando impedem ou fazem morrer processos: quem ouve abandona tudo.
Palavras matam aos poucos quando promovem discórdias: quem ouve começa a se afastar de um/a e de outro/a, até ficar ilhado/a.
Palavras matam aos poucos quando alimentam enfermidades: quem ouve recebe uma bicada em sua ferida já quase cicatrizada, e quem fala bica-se a si mesmo/a.
Palavras matam aos poucos quando revelam doenças: quem ouve se denuncia, ao se dirigir ao outro mostra seu próprio desequilíbrio.
Palavras matam aos poucos quando desmascaram caráter: quem ouve percebe má fé, discerne maldade, e deixa de confiar em quem fala.
Palavras matam aos poucos quando suscitam isolamentos: quem ouve vai se afastando até que quem fala se vê sozinho/a, abandonado/a.
Palavras matam aos poucos quando espalham lama: quem ouve fica com a alma suja da sujeira do outro, o outro que falou ou o outro de quem se falou.
Palavras matam aos poucos quando caluniam: quem ouve passa a acreditar em mentiras.
Palavras matam aos poucos quando suscitam diligências: quem ouve tem que sair correndo atrás de apagar os incêndios causados por quem fala.
Palavras matam aos poucos quando diminuem: quem ouve acaba acreditando ser menor do que de fato é.
Palavras matam aos poucos quando iludem: quem ouve pensa que é verdade, quem fala acredita que é verdade, quem observa de longe lamenta dois enganados.
Palavras matam aos poucos quando expressam mentiras: quem ouve é traído, quem fala se condena.
Palavras matam aos poucos quando escondem Deus: quem ouve já não vê saída, quem fala está cego.
Palavras matam aos poucos quando induzem ao mal: quem ouve faz o que não imaginou que faria, e, depois de ter feito, lamenta e chora.
Palavras matam aos poucos quando são fúteis: quem ouve vai se cauterizando, se infantilizando, se alienando, até se perder da vida real.
Palavras matam aos poucos quando são gélidas: quem ouve vai ficando cínico/a, cético/a, amargo/a, até só enxergar o que não presta.
Palavras matam aos poucos quando se transformam em discursos: quem ouve, de tanto que já ouviu, já sabe de cor e salteado o que vai ouvir, até que já não ouve mais.
Ed René Kivitz

terça-feira, 19 de junho de 2012

SERVI AO SENHOR COM ALEGRIA


Antes, quero informar, que este é um editorial interno do site www.ibbetania.com do Pastor Neil Barreto. Espero que gostem.






“SERVI AO SENHOR COM ALEGRIA…” (SALMO 100:2A )

Esse texto retrata um conselho que, ao meu ver, é de vital importância,principalmente para aqueles que não desejam se frustrar na relação com O Senhor. Na verdade, se quisermos interpretar assim, há no texto dois conselhos; Primeiro: “Servi ao Senhor”, segundo: “Com alegria”.
Um faz alusão ao serviço e o outro à forma de se realizar tal serviço. Servirao Senhor é uma obrigação dada a todos os que foram alcançados pela graça Desse Senhor; “…Eu vos escolhi para que vades e deis frutos…”(Jo15:16), logo, a relevância desse conselho é indiscutível, até porque, como todos sabemos, Quem não vive para servir não serve para viver. Mesmo e a despeito disso, ouso dizer que o segundo conselho não pode ser desprezado por aqueles que pretendem obedecer ao primeiro conselho.
Afirmo isso por duas razões: Primeiro por que O Senhor à quem prestamos o serviço não tem carência dele. Isso quer dizer que se não O servirmos Ele não diminui ou empobrece, continua a ser quem É, logo, nosso serviço não é para dar significância a Ele mas a nós mesmos. Ele não carece do serviço, nós é que carecemos de servi-LO
Segundo e, em consequência disso, tão ou mais importante do que o serviço que O prestamos é a forma como o fazemos. O salmista diz que devemos fazê-lo “Com Alegria”. Se Deus não precisa de nosso favor/ serviço, porque nos adverte a que O sirvamos com alegria? Respondo: Para avaliar qual o conteúdo de nosso coração, para saber quem tem domínio de nosso coração, para perceber qual espirito o habita.
Sendo isso verdade, aprendemos que o serviço que prestamos ao Senhor só será recompensado em função da motivação com a qual o desenvolvemos. A recompensa, portanto, não está no serviço em si, pois Deus não precisa dele, mas, sim, na alegria com a qual O servimos, pois tal alegria revela a relação que, de fato, temos com Ele. Só se serve com alegria a alguém, quem quer que seja, a quem amamos de verdade.
Minha querida e amada Igreja Betânia, hoje, nesse domingo, iniciamos mais um ano eclesiástico e a minha oração e desejo é para que cada um de nós seja achado por Ele como um “Servo Bom e Fiel” e assim sendo, possamos ouvir durante e ao final desse ano, dos lábios de nosso Senhor, o que Ele mesmo disse aos seus bons e fiéis servos: “…sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor.” (Mt 25:21).
Por fim, retenhamos o resumo do texto: Quem serve (ao Senhor) com alegria, nunca terá falta da Alegria do Senhor!
“A Alegria do Senhor é a vossa força..” (Neem 8:10b)
Feliz novo ano eclesiástico!! De seu pastor, servo e amigo
Pr. Neil Barreto

terça-feira, 29 de maio de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Einstein e a árvore do conhecimento do bem e do mal




“Toda essa nossa tecnologia e desenvolvimento são apenas como um machado nas mãos de um demente”. — Einstein
Esta foi a afirmação de Einstein quando viu a Alemanha fanatizada pela guerra no inicio do século XX [1ª Guerra].
E o que ele viu para falar tal coisa?
Viu não apenas a Alemanha tomada pelo espírito do fanatismo racial e imperial antes de haver a manifestação mais grotesca de tal realidade, a qual veio a ganhar contornos definitivos algumas poucas décadas depois, quando veio a 2ª Guerra.
Entretanto, o que chocava Einstein era o fato que não apenas o povo caíra no fanatismo, mas também seus próprios amigos/cientistas, especialmente seu melhor amigo, que mergulhara na mesma vala.
Foi quando Einstein viu que tudo quanto começava a explodir em termos de conhecimento técnico/cientifico ia sendo imediatamente transformado em arma química, em aparatos de destruição em massa, mesmo antes da Bomba Atômica.
Ora, o que se tinha naquele tempo era ainda brincadeira se comparado ao que se tem hoje.
Einstein, todavia, viu isso antes de acontecer, por isto, indagado acerca de como seria a 3ª Guerra Mundial, ele disse: “A Terceira não sei como será. Mas a 4ª será guerreada com pedras e pedaços de pau”.
Ele anteviu o fato de que aquele conhecimento desacompanhado de consciência promoveria a Tragédia Final da Humanidade como a conhecemos.
A mesma mente que na solidão de um escritório, sem nada além de papel e lápis, pôde ver os fenômenos mais intrincados do Cosmo, apenas mediante as lógicas dos números e da intuição como experiência cientifica a ser demonstrada — também via que aquele conhecimento não tinha no homem um fundamento de paz e vida.
Ou seja:
Einstein percebeu que aquele poder de criar era o mesmo poder que descriava em escala catastrófica.
Assim, com outras palavras, Einstein afirmava a terrível realidade da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal.
Isto, entretanto, parece estar fechado à percepção de muita gente; ou, se não está, o descaso, todavia, é total para com as implicações de que o mesmo poder que descobre coisas e fenômenos é também o poder que usa o que se descobre para oprimir e aniquilar.
É trágico, mas é fato:
Para cada saber humano revolucionário sempre nos aguardam aplicativos do mesmo fenômeno na direção do que seja mal.
Assim, não em razão do saber, mas em razão de quem fica sabendo [o homem], pode-se dizer que para cada maravilha haverá a sua tragédia aplicativa.
Desse modo se pode afirmar que nada é mais real acerca do homem do que sua ligação espiritual com a Arvore do Conhecimento do Bem e do Mal.
Portanto, pergunto:
Alguém ainda duvida de que Adão comeu do fruto?
Ora, a conclusão não precisa ser baseada na Bíblia, basta que apenas se leia os sinais do homem no mundo.
Em tese este foi o fenômeno mais dramático que Einstein discerniu.
Caio Fábio

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Frases para Reflexão



A seguir, postarei frases de minha autoria e espero que as mesmas sejam úteis, reflexivas e transformadoras no seu dia-a-dia.

"A vida é uma estrada cheia de contratempos, dificuldades, buracos, obstáculos, inimigos, surpresas, desgostos, perdas, problemas, preocupações e decepções. chegar vitorioso até o final dela depende de você." (Diego de Souza)

"Quando a tristeza invade teu coração, o desânimo te domina totalmente. É a hora de você mostrar que no dia da tua angústia a tua força é grande, e não pequena." (Diego de Souza)

"Ontem não deu certo.
Hoje você não acredita mais.
Amanhã pode ser o seu dia."
(Diego de Souza)

"A Fé não é um simples exercício de Acreditar, mas também um exercício de Obedecer e Perseverar." (Diego de Souza)

"Mais uma vez se começa um novo dia. Então há a chance de ser alguém melhor, de se viver melhor, transformar para limpo o que está imundo. É a chance que temos de mostrar que ainda há esperança para este mundo." (Diego de Souza)

"Peraí, peraí:
Eu te amo não é bom dia,
Eu te amo não é boa tarde,
Eu te amo é uma frase pra ser dita
Para alguém que se ama de verdade."
(Diego Souza)


sexta-feira, 11 de maio de 2012

A GENEALOGIA DA ESPERANÇA HUMANA!


Antes, gostaria de informar que este é um artigo de Caio Fábio, que está contido no seu site www.caiofabio.net





A GENEALOGIA DA ESPERANÇA HUMANA!



Se seguirmos as seqüências bíblicas, tudo começa num jardim. De lá se é expulso, e, assim, começa a História: fora do jardim.

Agora a preocupação é tirar da terra o pão. Em seguida percebe-se que a humanidade de súbito cresce e se complexifica, e isso num ambiente estranho, no qual há gigantes e uma insinuação acerca de anjos que se misturam com mulheres. Por tal ocorrência os humanos se pervertem e vem o Dilúvio.

Assim, a humanidade registrada pela Bíblia recomeça sua jornada a partir de Noé e seus filhos: Sem, Cão e Jafé. De Sem procedem os semitas, grupo do qual Abraão é originário, de Ur dos Caldeus, na Mesopotâmia.

Em Abraão a “humanidade” é esquecida como um todo, e a história se concentram no veio semítico que tem em Abraão seu representante nas narrativas da Bíblia. Os demais povos só interessam como “gente do lugar”. Abraão se faz errante, caminhante, nômade, e, portanto, hebreu: aquele que cruza...

Assim é dito que sua descendência é feita escrava no Egito e que de lá saiu 430 anos depois, pelas mãos de Moisés, e peregrinam pelo deserto por 40 anos, até que morre toda aquela geração, incluindo Moisés; e, pelas mãos de Josué, os Hebreus entram na Terra Prometida: terra de cananeus, heveus, gebuseus, amorreus e enaquins, entre outros.

A terra é apenas “em parte” possuída por eles. Vivendo em estado de conflito, Deus lhes suscita juízes, que são apenas “homens da hora”, mas não há governo institucional de nenhuma natureza a uni-los.

Eles olham os povos à volta e pedem que o profeta Samuel lhes consiga um rei. Samuel é contra. Ele queria que Deus reinasse sobre eles. Mas Deus mesmo disse a Samuel que não era o profeta quem estava sendo rejeitado, mas Ele. Assim, depois de explicar como o rei teria poderes e privilégios que tornariam a sociedade injusta nas suas distribuições de renda e poderes, Samuel encontrou Saul. Mas como o coração de Saul enlouqueceu e surtou com o poder, Deus lhes proveu um novo rei, chamado Davi.

Em Davi a narrativa se foca ainda mais num nível especifico: a prevalência de Judá, tribo de Davi, sobre as demais. De Davi em diante os hebreus vão se tornando a nação de Israel. Em Salomão, filho de Davi, os antes hebreus agora já possuem um rei e um templo-estado.

É pelo surto de idolatria, grandeza e poder manifestos pela insensatez do sábio rei Salomão que o reino da casa de Davi é dividido. Há o "racha": dez tribos se ajuntam ao norte, no reino de Israel, e as duas do sul, Judá e Benjamim, passam a formar o reino de Judá. A preeminência religiosa e cultural do reino de Judá, ao sul, é óbvia na leitura da Bíblia.

Nesse ponto começam a pipocar profetas, levantando-se, em geral, contra o rei e contra o Templo e aquilo que ele estava significando religiosa e politicamente. Os reis se tornaram idólatras e perversos. E o templo, um lugar de poder político e de perversão da fé, existindo apenas para cumprir ritos.

Então, por tais coisas, tanto o reino do norte como o reino do sul, a seu tempo, são levados para o cativeiro. Os do reino norte voltaram “misturados”, e acabaram por se tornar “os samaritanos”. Já os do reino sul, tiveram assistência exortativa, consoladora e profética de alguns profetas dentro e fora do cativeiro, o que os ajudou a voltarem mais “integrais” à sua terra, 70 anos depois.

Daí para frente, Israel nunca mais viveu em autonomia. Estiveram sob todos os impérios tiranos da terra. E quando Jesus veio ao mundo, eram os romanos que davam as cartas no planeta.

Então, em meio a um povo que cria ser o mais especial do mundo, e que aguardava sua libertação e o cumprimento de todas as palavras dos profetas, os quais garantiam que se Israel deixasse os ídolos, e se convertesse a Deus, o Senhor lhe enviaria o Libertador, o Messias, apareceu Jesus de Nazaré.

“Ele veio para o que era Seu, mas os Seus não o receberam”.

No entanto, Jesus não tentou “ajudar” quanto a ser compreendido. Não se vê, da parte Dele, nenhuma tentativa de didaticamente “demonstrar” como as profecias também tinham Nele seu cumprimento. E às questões que lhe são postas, a maioria delas irresistíveis para qual ser humano que tivesse o que dizer e explicar, ou mesmo facilitar, são respondidas por Ele ou com outras questões ou apenas por parábolas.

Assim, o modo de Jesus tratar a questão revela completamente o modo de Deus ser em relação às questões levantadas na História.

Ele diz que é a Verdade, e não divaga filosófica e teologicamente sobre o tema. Perguntado sobre o que era a Verdade, Ele apenas olhou fundo nos olhos de quem indagava: Pilatos. Ele —Jesus— era a Verdade. Se tentasse explicá-la, Ele a mataria e a tornaria num sistema filosófico. Assim, para Ele, era uma questão de ver ou não ver, mas não de explicar. A Verdade não era explicável, do ponto de vista de Jesus, mas apenas discernida pela fé; ou seja: era uma revelação.

O modo como Jesus trata a questão da História e do futuro da humanidade também acontecem em total paradoxo.

Por um lado, Ele manda viver em paz, confiar, se alegrar, fazer o bem, curar, dar copos d’água, abrigar, hospedar, levantar o caído, abrigar o estrangeiro ou o estranho, visitar os doentes, buscar justiça para os injustiçados, fazer a paz entre os irreconciliados e anunciar que Deus estava reconciliado com os homens, Nele.

Porém, por outro lado, Ele diz que o futuro é cheio de convulsões, de guerras, de revoluções, de nação contra nação, de contorções naturais, de terremotos, de tsunamis, de fumaceira que cobriria o sol e a lua, de sangue nas estrelas... Enquanto isso, muitos se diriam “o Cristo”, e, também, a fé genuína Nele iria desaparecer da Terra. Somente depois de todas estas coisas é que o Filho do Homem volta com as nuvens dos céus, e o reino de Deus toma forma visível na Terra.

Desse modo, em Jesus, a História é experimentada como paradoxo para os Seus discípulos, os quais lutam pelo bem na terra, mas olham para algo que só pode se materializar na terra se Deus vier reinar nela e se a morte for abolida como sinal da corrupção humana.

Assim, em Jesus, temos uma escatologia demonstrada como factível em razão de sua Ressurreição dos mortos. Se Jesus não ressuscitou, não há esperança para a humanidade, pois, nesse caso, tudo acaba sempre em morte e corrupção. Mas se Ele ressuscitou, então um “fator” novo é introduzido na História, e por tal novo fator é que a escatologia de Jesus, a qual termina com a chegada do que é do Céu na Terra, se torna factível, posto que a História já teria experimentado na Ressurreição de Jesus a abertura desse Portal.

Desse modo, em Jesus, a História Humana é contada até a morte. Porém, é vencida como fatalismo, e nela é introduzida a factibilidade da Nova Jerusalém, a qual pertence à Ordem da Ressurreição.

Pois assim como todos morreram em Adão, assim todos terão a ressurreição em Cristo. Só ficarão fora dessa nova realidade aqueles que a rejeitarem depois de a terem de fato visto. E quando digo “visto”, refiro-me a um critério que só Deus possui. Ou seja: a igreja não sabe quem viu e quem não viu.

Se não tivesse havido a Ressurreição, Jesus seria apenas mais uma estatística histórica, e a História seria apenas uma estatística a se auto-aniquilar na inevitabilidade da vocação suicida que lateja na alma da humanidade.


Nele, que é Senhor da História,


Caio

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Vale a pena chorar, pra fazer alguém sorrir. A Necessidade de uma metanoia.

           
Vale a pena chorar, pra fazer alguém sorrir. 
A necessidade de uma metanoia.




          Antes de mais nada, quero dizer que este artigo, realizei após assistir o vídeo de um momento reflexivo de Juliano Son, intitulado "para que outros possam viver, vale a pena morrer". Este vídeo me fez engajar para o desenvolvimento deste artigo. Espero que o mesmo, nos ajude sendo esclarecedor sobre diversas situações que ocorrem em nossas vidas.







          Uma coisa é bem difícil de se entender e de se aceitar para o cristão (o verdadeiro cristão) : uma vida egoísta, ilusória e contraditória. Muitas pessoas hoje em dia, tem vivido suas vidas dessa maneira, sem repensar seus conceitos e menos ainda, ter atitudes dignas a altura daquilo que dizem ser. E o mais vergonhoso é ver que pessoas assim se denominam seguidores de Cristo. Tais indivíduos pensam que a verdade que eles constituíram para si mesmos é o caminho e a decisão mais sábios que eles fizeram e tomaram em suas vidas. E acabam não percebendo que seus estilos de vida, modos e maneiras de agir, pensar e falar, fora muitos outros exemplos de suas vidas, são contraditórios à Palavra de Deus, a saber, a Bíblia Sagrada. Tais criaturas, não percebem o quão grande é o espetáculo patético no qual se tornaram , fazendo o papel de um cristão numa novela ou num filme que não tem nada de realidade, e fazem dessas simulações suas vidas reais. Acabam encenando uma vida cristã sem vida, sem amor, sem conteúdo, sem nada e terminam não vivendo-a como se deve viver. Quão grande infelicidade é essa desastrosa realidade!

          Mas o foco do qual aqui se deve ter, não é essa atuação que a cada dia parece se tornar cada vez mais estereotipada. A atenção da qual me dedico a fazer você leitor, a pensar e refletir é a indiferença que pessoas que agem e vivem dessa maneira, têm para um mundo perdido, desorientado, praticamente sem esperança e desolado por viver nos estado tão deprimente que se encontra hoje. Inúmeros problemas se intensificam nas estatísticas diárias que vemos de maneira rotineira. São eles: fome, prostituição, violência, roubo, corrupção entre tantas coisas mais que assolam o mundo em que vivemos. E o que torna a situação mais deprimente ainda, é ver a conformidade e o egocentrismo no meio daqueles que congregam nas igrejas (evito chamar tais de Igreja do Senhor ou povo de Deus). O egoísmo, que é em sua essência pensar em si mesmo sem se importar com outros, é algo visível no meio daqueles que não deveriam possuir esta característica. Hoje em dia muito se é pregado que se você pedir pra Deus, Ele vai atender aquilo que você deseja. Mas uma pergunta fica a se fazer, que é a seguinte: E se Deus não quiser realizar aquilo que você almeja ter ou conquistar? O grande equívoco de tais pregadores é que além de estar pregando algo que é incorreto, estão estimulando as pessoas a serem a cada dia mais egoístas. 
          
          Existem líderes de igrejas, que infelizmente pregam desse jeito, fazendo com que suas reflexões e incansáveis apelos tenham sempre um teor financeiro. É bem certo que esses ensinamentos e doutrinas passados para o povo pelos mesmos, façam com que seus ouvintes sejam seguidores de suas jactâncias e ilusões destruidoras. Tudo isso se torna algo superficial. Pare e pense: o que importa mais pra Deus, que a fome de crianças de países como a Etiópia seja suprida, sendo tal país localizado da zona de fome severa na África, ou com que eu tenha na minha mesa comidas com a qualidade da lagosta e do bacalhau? Está Deus se importando mais com as vestimentas de pessoas que vivem em situações precárias, sofrendo com o frio e a chuva quando estes vêm, ou Deus está preocupado em atender meu ansioso desejo de comprar um tênis de R$ 600,00 para que eu possa passear com ele para ostentá-lo? O que chama mais a atenção de Deus, é uma vida ser restaurada da dependência química, ou me dar condições pra que eu possa alimentar meus vícios inúteis, insaciáveis e intermináveis, tais como jogos, pornografia e outros tantos que se tem por aí? Será que Deus se interessa mais em me ver com uma vida cheia de luxo e conforto, do que ver uma pessoa se convertendo ao Seu caminho, recebendo assim no sua vida paz e salvação?

          O grande problema de hoje é que as pessoas fazem as coisas do jeito que lhes parecem agradável, e acham que também estão agradando a Deus, vivendo assim numa profunda ilusão. Infelizmente, uma boa parcela dos que se consideram cristãos estão andando desse jeito, e estes, em hipótese nenhuma podem ser definidos como Igreja do Senhor. Igreja do Senhor é o que vemos em Atos 2.44-45:

"44 Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum
  45 Vendiam suas propriedades e bens, e os repartiam com todos, segundo a necessidade de cada um.

          Estes dois versículos mostram muito mais do que simplesmente ajudar os outros. Mostram também uma profunda compaixão que os irmãos que tinham uma vida estabilizada tinham daqueles que passavam por situações de aperto e necessidade. Este trecho também evidencia o companheirismo e a união que existia entre tais homens e mulheres inseridos no meio daquele povo, Uma verdade bem profunda que é exibida nestes versos, é a de que o mandamento "ame o teu próximo como a ti mesmo" deve ser ouvido, falado, lido, ensinado e vivido por aqueles que fazem parte dos escolhidos de Deus.

          Muitas vezes não abrimos os olhos para ver um mundo que anda sofrendo pela corrupção do gênero humano. E que sofrerá muito mais se não fizemos nossa parte. Não posso deixar de exclamar que há uma ilusão muito grande na visão de alguns indivíduos no meio do povo de Deus. O nosso povo(não em sua totalidade) está se deixando seduzir por ensinos hereges e enganadores, esquecendo-se que estamos aqui para fazer o que Jesus nos disse, para pregamos o Evangelho, as Boas-Novas. Uma situação dessas é lastimável...

         Finalizando, uma pergunta e algo a se pensar sobre ela. Lembra-se do que foi lido neste texto acerca dos problemas que este mundo passa como a fome, prostituição, violência e outros mais? É bem certo que essas situações são vistas por todos nós. Tais situações são protagonizadas por pessoas que na maioria das vezes são esquecidas e abandonadas por quase toda a sociedade. Se o coração de uma pessoa não está sensibilizado a ajudar essas pessoas de alguma maneira seja ela qual for, tal indivíduo precisa passar por uma metanoia (mudança de mente). Lembre-se deixar de fazer o bem também é pecado (Tiago 4.17), assim como fazer o mal. É perceptível que está mais do que na hora que uma nova postura de vida precisa ser adotada. Começando a chorar você pode fazer alguém sorrir. Pense nisso, Tudo isso que acima foi escrito, é preciso um esforço("chorar" do título) pra que outras pessoas possam viver melhor ("sorrir" do título). Pense nisso, pois pode não ter sido à toa que você leu este texto...

Forte Abraço,

Diego, Rio de Janeiro/RJ.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Desejos Proibidos

Desejos Proibidos




          "1 Decorrido um ano, no tempo em que os reis costumam sair para a guerra, enviou Davi a Joabe, e seus servos, com ele, e a todo Israel, que destruíram os filhos de Amom e sitiaram Rabá; porém Davi ficou em Jerusalém.
           2 Uma tarde, levantou Davi do seu leito e andava passeando no terraço da casa real; daí viu uma mulher que estava tomando banho; ela era mui formosa.
           3 Davi mandou perguntar quem era. Disseram-lhe: É Bate-Seba, filha de Eliã e mulher de Urias, o heteu.
           4 Então, enviou Davi mensageiros que a trouxessem; ela veio, e ele se deitou com ela. Tendo-se ela purificado da sua imundícia, voltou para sua casa."
2 Samuel 11.1-4


           O relato acima mostra algo surpreendente, devido ao conceito que se tem de Davi, que até é chamado de homem segundo o coração de Deus (1 Samuel 13.14). Ver alguém que mantinha um relacionamento verdadeiro com Deus, que depositava todas as suas forças e confianças nesse mesmo Deus e que assim se tornava um referencial, um exemplo de pessoa a ser seguido, é algo que se torna decepcionante, e no mínimo curioso. Por que Davi estava ali? Porque ele se relacionou com uma mulher casada? São perguntas que podem ter passado na cabeça da maioria das pessoas ao terem lido esse trecho da história de Davi.
          Pois bem, uma coisa é certa, mesmo com todo seu caráter, de qualquer jeito Davi pecou. E no decorrer do capítulo 11 de 2 Samuel se vê com nitidez que as consequências desse pecado foram se tornando maiores e cada vez mais catastróficas, até o ponto de Urias (até então marido de Bate-Seba) ter sido morto num plano premeditado por Davi. Tudo por causa de um desejo. Entende-se desejo, como uma vontade de possuir ou desfrutar de algo (ou alguém). Desejo também é conceituado como uma aspiração, um anseio. Normalmente, as pessoas correm atrás daquilo que almejam e lutam por isso até alcançarem o que querem. Alguns tem até o seguinte pensamento: "Eu vou passar por cima de tudo e de todos para conseguir o que quero", o que acaba acaba fazendo daquilo que essa pessoa quer um simples desejo, mas sim uma ansiosa ambição. Pare pra pensar neste seguinte exemplo: Imagine uma pessoa com um desejo o qual ela quer a todo custo. Esse mesmo indivíduo é um rei. O que impediria ele de alcançar a sua aspiração? Praticamente nada! Foi isso o que ocorreu na situação em que Davi viu Bate-Seba se banhando. A cobiça dele foi tão grande, que ele cometeu atos que eram contrários ao seu caráter e a vida com a qual ele se dedicava a Deus. Naquele momento Davi almejava um desejo proibido. Era uma ambição perigosa. Mas Davi, deixou seus desejos falarem mais alto e como um rei, não teve muitas dificuldades pra alcançar o que desejou. Consequências? Sim, sem sombra de dúvidas. Após cometer adultério, trair um servo fiel e ainda premeditar o assassinato do próprio, Davi não poderia ficar sem consequências que seriam tão ruins e desastrosas quanto os atos que ele cometeu. A primeira foi o entristecimento de Deus em ver uma série de acontecimentos desses acontecendo e ainda tendo um servo seu como protagonista deles. Uma coisa precisa ficar bem clara. Nada fica encoberto de Deus. (Hebreus 4.13). Isso se vê na história de Davi. Uma advertência do profeta Natã já era o sinal de que Deus faria Davi sofrer por suas atitudes que foram impulsionadas por um desejo tão perigoso. Depois da repreensão, Davi reconheceu seu erro (isso não faz com que a consequência seja anulada) 2 Samuel 12.13. O que essa história mostra? Qual a lição que podemos aprender com ela? Bom, fica bem claro, que existem coisas que são proibidas para as pessoas. Essas, por sua vez, em sua maior parte se inclinam para os desejos da carne e acabam caindo em erros que muita das vezes, chagam a ser fatais, como foi o caso de Davi. Talvez, você leitor esteja desejando algo que não seja do agrado de Deus, mas continua firme para conseguir o que tanto quer... Lembre-se que assim como Deus enviou Natã para Davi, Ele pode enviar alguém pra você. Quem sabe Ele já não mandou através deste texto. Pode ser que esse desejo que você tem, o qual você luta para alcançar, possa te dominar por completo, fazendo você tomar uma decisão errada, e ela te acompanhe pro resto de sua vida. Pressa, impulsão, ansiedade... Talvez essas coisas possam comprometer algo dentro de sua vida... Pense bem, se o que você tanto quer inclui acontecimentos que podem ser prejudiciais a outras pessoas e até a você mesmo, não insista! Peça a Deus para que você possa desejar coisas que são convenientes e adequadas para você. Cuidados com desejos proibidos...

Forte Abraço

Diego, Rio de Janeiro/RJ.

domingo, 25 de março de 2012

Você crê naquilo que não vê?

Antes, quero informar que este é um texto da autoria de Caio Fábio, que se encontra também no site www.caiofabio.net, no item reflexões intitulado de "Você crê naquilo que não vê?". Espero que gostem do texto, e que Deus nos dê sabedoria para que possamos viver de uma maneira que agrade ao coração do Criador.




VOCÊ CRÊ NAQUILO QUE VOCÊ NÃO VÊ? 



Eliseu, o profeta, pediu a Deus em favor de seu ajudante, o seguinte:
“Senhor, abre-lhe os olhos, para que veja que mais são os que estão conosco do que os que estão com eles”.
Jesus perguntou a Seus discípulos quando estava sendo preso:
“Ou não crêem que se eu pedisse meu Pai não enviaria legiões de anjos?”
Também é Jesus quem diz:
“Eu vi Satanás cair do céu como um relâmpago!”
E diz mais:
“Em verdade vos digo que os anjos dos pequeninos vêem a face de meu Pai, em favor deles, de dia e de noite”.
E, na mesma toada, vêm dezenas de outros textos, tanto da Antiga Aliança quanto da Nova, todos garantindo que entre nós e o que vemos, existem milhares de forças e poderes que não vemos.
Desse modo, percebemos apenas uma porção extremamente pequena da realidade. E digo não apenas acerca da realidade que vemos [da qual somos quase totalmente ignorantes], mas, sobretudo, da realidade invisível, a qual somente pode ser acessada pela fé, e que é muito mais lotada de vida do que o mundo que vemos.
Eu sei que estou sendo visto o tempo todo. Visto por anjos, demônios e muitas criaturas que não vejo. Não as vejo, mas sei que existem; e sei que me conhecem...
Para não irmos muito longe..., basta dizer de modo reduzido que Jesus e Paulo viam muito mais o mundo que não se vê do que o mundo que se vê.
Ora, quem perde esse sentido das coisas..., mas insiste em dizer que vê, se assemelha a um cego que se oferece para dar aula em classe de cirurgia oftalmológica.
Não é possível ler o Novo Testamento é continuar não aceitando que a fé em Jesus é cheia de seres invisíveis, de lutas, de confortos e de socorros espirituais.
Quem pensa que lida apenas com o que se vê faz-se presa fácil de tudo o que existindo não se vê.
Daí Paulo dizer que nossa luta maior não é contra o que se vê, mas contra o que se não vê, e que se manifesta de modo perversamente organizado no mundo, na forma de Principados, Potestades, Poderes, Tronos, e Soberanias diversas...
Mas a maioria prefere crer que o mundo é feito, em seus maiores poderes, de Osamas e Obamas...
Não! Os Osamas e os Obamas são apenas pequenos coadjuvantes em uma trama muito mais sofisticada, para qual ambos estão igualmente cegos...
Ah, quem dera nossos olhos se abrissem para vermos tudo o que está rolando nas regiões invisíveis...
Então, veríamos como nossas ações, pensamentos, eleições de importância, causas, valores, significados, etc. — repousam sobre muito do engano que nos é administrado por tais poderes espirituais.
Eu ousaria dizer que se os nossos olhos se abrissem talvez percebêssemos que 99% do que chamamos de importante sejam apenas imposições do mundo dos manipuladores espirituais.
A grande especialidade desses seres, quando são hostis, é distrair a nossa existência em relação ao que seja o real sentido de viver.
Ora, Jesus disse que eles não somente influenciam, mas também disse que eles podem habitar mentes e possuir pessoas, que, pela entrega, tornam-se um com tais forças...
É por esta razão que o convite é para que se ponha o capacete da salvação, se vista a couraça da Justiça de Jesus, se calce os pés com o Evangelho da paz, se empunhe a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus, e que se tenha sempre o escudo da Fé, com qual se pode apagar as setas inflamadas e envenenadas desses poderes hostis; e isso sempre vestindo a verdade como roupa intima do ser.
Quem não tiver tais percepções não sobreviverá nos dias maus que se avizinham do mundo.

Nele, que nos ordenou que andássemos vigilantes,

Caio
23 de junho de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

quinta-feira, 22 de março de 2012

Tudo coopera para o bem

Antes, quero informar, que este é um texto publicado pelo Pastor Ed René Kivitz, da IBAB (Igreja Batista Água Branca) e compartilhado aqui no meu blog. Espero que gostem da leitura! 





Coisa irritante é a linguagem dos clichês: expressões repetidas à exaustão que se tornam verdade, não pela sabedoria que encerram, mas pela insistência do uso. “A voz do povo é a voz de Deus“, “Deus escreve certo por linhas tortas“, “Deus ajuda quem madruga“, “Quando Deus fecha uma porta, é porque vai abrir outra melhor“, são algumas expressões da cultura popular tratadas como verdade e, para alguns, verdade bíblica.
Pior é quando as expressões bíblicas são pronunciadas literalmente, sem a devida atenção ao significado por trás das palavras. Isso acontece quando as pessoas “tiram o texto do contexto”, isto é, isolam uma afirmação e a interpretam segundo sua conveniência, deixando de levar em consideração o que o autor pretendia. “Jesus Cristo é o Senhor”, por exemplo, pode tanto significar que “não há nada que Ele não possa fazer por você” quanto “você deve fazer tudo por Ele”. Evidentemente, o segundo significado é o bíblico: Jesus é o Senhor para que ao nome dele se dobre todo joelho.
Uma das expressões bíblicas mais repetidas fora do contexto é a famosa frase “todas as coisas cooperam para o bem” (Romanos 8.28). Lembro do professor da escola bíblica que interpretou este texto bíblico contando a história do crente que teve seu carro roubado e abandonado sem gasolina no alto da serra justamente no dia em que sua cidade foi alagada. Isto é, se o carro não tivesse sido roubado (coisa ruim) não seria poupado do alagamento (coisa boa). Conclusão: todas as coisas (roubo do carro) cooperam para o bem (ter o carro em terra seca numa cidade onde todos os carros estão boiando).
As notas de rodapé da Bíblia NVI (Nova Versão Internacional), oferecem outra possibilidade de tradução do texto. Em vez de “tudo coopera para o bem” e mesmo “Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”, a melhor opção é “Deus coopera juntamente com aqueles que o amam, para trazer à existência o que é bom”.
Na primeira tradução (Deus age em todas as coisas), Deus é um solucionador de problemas; na segunda (Deus coopera juntamente com aqueles), um solucionador de pessoas. Na primeira, Deus faz coisas para as pessoas; na segunda, Deus faz coisas com as pessoas. Na primeira, Deus abençoa pessoas independentemente da ação das pessoas; na segunda, Deus abençoa pessoas num relacionamento com ele. Na primeira, Deus faz coisas pelas pessoas; na segunda, Deus capacita as pessoas a fazer coisas. Na primeira, ficamos à espera dos sinais de Jesus; na segunda, agimos com ousadia para fazer sinais em seu nome, pois aquele que crê em mim, disse Jesus (João 14.12), “fará também as obras que tenho realizado e coisas ainda maiores”.
Ed René Kivitz

terça-feira, 20 de março de 2012

Lord, Lord

Vale a pena assistir esse vídeo

Seguir e não desistir





Pode ser que um dia você não tenha mais forças pra lutar por aquilo que você sempre sonhou. Talvez, a força das circunstâncias e das pessoas contra você venham de uma maneira tão esmagadora, que pode ocasionar uma desistência sua em continuar perseverando naquilo que acredita. É inegável que nessa hora, os olhos ficam pasmados diante daquilo que se vê. Praticamente tudo se opõe à sua conquista. Parece até que está no meio do mar tentando se chegar a um lugar, mas a força das ondas te empurram tão forte, parecendo assim que você não irá alcançar o alvo ou a meta em questão. Você está sem forças. Sem apoio. Sem nenhuma perspectiva. Sem esperança. Sem saber o que fazer. Que decisão tomar agora?


A Bíblia nos conta a história de um jovem, chamado José. Sua história é encontrada de maneira mais detalhada nos capítulos 37, 39, 40, 41 e no restante final do Livro de Gênesis, que está contido na Bíblia Sagrada. Mas porque falei deste jovem? Simples. é porque em nossa vida, quando deixamos de ter uma perspectiva melhor em relação ao nosso futuro, costumamos reclamar e ficar insatisfeitos, até mesmo indagando Deus por causa do momento de desesperança e desmotivação. Vale lembrar que existem pessoas que já passaram por situações mais difíceis do que as que passamos. Imagine-se a dor no coração de ser traído pelos irmãos de sangue, ao ponto de ser humilhado e ainda ser vendido como se fosse um escravo. e Depois disso ser mordomo da casa de um oficial na qual a mulher do mesmo o desejava e após ela não conseguir o que queria, difamou-o a seu marido, o qual colocou José na prisão. A vida de José correu muito perigo. Ficou preso por 2 anos. Aparentemente foi de maneira total esquecido e abandonado. Mas após isso tudo ele virou governador do Egito. Isso tudo relatado não é uma experiência fácil de ser vivida, pois foram muitas circunstâncias contrárias. Mas nos mostra que situações difíceis não são suficientes para impedir você de alcançar seus sonhos, metas ou objetivos. Uma coisa coisa já é bastante suficiente pra fazer isso: sua desistência. Enquanto você não desistiu, ainda se é tempo de lutar. Imagine se tudo na vida você desistisse porque não tem forças pra lutar. Seria um fracassado! Lute, persevere, tenha paciência e então alcance! A vitória é para aqueles que não desistem de lutar. Espero que tenha te ajudado.
Para terminar, quero deixar uma frase de minha autoria, para que ela fique em sua reflexão.


"Ontem, você não conseguiu,
  Hoje, você não tem mais esperança
  Amanhã, pode ser a sua vez"


(Diego de Souza)


A todos,


Forte Abraço,


Diego, Rio de Janeiro/RJ.

Um doce convite ao Evangelho



Neste texto de maneira breve quero dizer que uma vida em Cristo significa uma vida em abundância. Abundância de Felicidade. Abundância de Vigor. Abundância de Fé. Isso nos faz ver que essa vida é sem dúvidas, uma plenitude de alegria. Um convite que lhe faço é o de se entregar a Jesus, submetendo a sua vida a Sua autoridade. É óbvio, que como todo ser humano, se viverão lutas, obstáculos e desafios no meio do caminho. Mas a vida com Jesus é um diferencial. É com ela que temos certeza, de que seremos felizes tanto na vida, quanto na morte. O meu desejo, é que você que venha a estar lendo isso, esteja com a sua vida depositada nas mãos de Deus. Que Ele lhe abençoe!